Festival do Frango

Festival Nacional do Frango
28.Abril.2007
Exposição do Prato e Doce a Concurso

e a Sofia

Festival do Frango

28.04.07 _ 05.05.07

PRATOS APRESENTADOS

Pollo Cacciatore _ Frango à caçador
Pera cotta nel vino marsala al leite _ Pêra em vinho marsala e leite

Desporto

Massa é trigo duro

QUANDO DESPORTO RIMA COM MASSA
A MASSA é o alimento mais completo e saudável depois do leite materno, quem come massa come um tesouro de saúde.
O desporto para as MASSAS significa um testemunho ideal de alimentação saudável. De facto, não há performance desportiva se na base não houver uma alimentação correcta do atleta.
A Academia Americana de Medicina Desportiva, recomenda aos desportistas comerem MASSA antes de uma competição, porque a proteína vegetal tem pouca acidez e é facilmente eliminada, inclusivamente só pela transpiração. E desaconselha a carne, por ter muita acidez, que os rins não podem eliminar durante a competição.
A MASSA é a melhor fonte energética para o homem, para emagrecer e recuperar agilidade muscular.
A massa á uma alimentação rica em hidratos de carbono, com referência explicita para o prato de «spaghetti» à napolitana, com tomate e azeite, para reduzir o colesterol, evitar cálculos renais, para emagrecer, para rejuvenescer o coração e prolongar a vida.
Com «spaghetti» e «pizza» à napolitana, consegue-se baixar o índice de arteriosclerose e trombose, grandes consumidores de MASSA têm um baixo nível de colesterol no sangue e menos perturbações coronárias.
A MASSA não é um remédio porque é mais que um remédio. O remédio cura a doença, a MASSA previne-a.
A MASSA é um dos favores mais importantes que a Itália fez à humanidade

A Cozinha Italiana

Um equívoco que diz respeito à Itália está ligado à sua cozinha. Neste caso, o lugar comum é que os italianos comem muito, sobretudo espaguetes e pizza.
É preciso, apesar de tudo, esclarecer que espaguete não é o nome de um prato, mas apenas um tipo de massa. Espaguetes, macarrão, tortelini, ravioles, nhoques, taliatelas, lasanhas e tantos outros tipos de massa fazem parte de um prato tradicional justamente chamado "pastaciutta" (literalmente massa seca), assim definido, provavelmente, para distingui-lo de um outro prato italiano tradicional: a "minestra" (sopa).
A "pastaciutta" é uma massa escoada, temperada com diversos tipos de molhos. A "minestra", igualmente, pode ser feita de várias maneiras e é constituída em geral de massa ou arroz, legumes, verduras cozidas na água ou no caldo de carne, e temperada de maneiras das mais diversas.
Numa família italiana pode faltar a "pastaciutta", mas é difícil que ao menos em uma das duas refeições quotidianas esteja ausente a sopa.
Outro equívoco diz respeito ao facto de que os italianos sejam comilões. Foi provocado, provavelmente, pela sua hospitalidade. Na Itália, quando há um hóspede, ou nas festas anuais, quando a família inteira se reúne, é comum prepararem-se pratos especiais que compreendem entradas, sopas, cozido, massa, diferentes tipos de carne, acompanhamento, doces e café. É uma forma, como outras, de demonstrar simpatia pelo hóspede ou para festejar filhos ou parentes distantes que se vêem raramente. O hóspede fica, obviamente, sensibilizado por tanta abundância e acaba por contar para outros, surpreso, que participou de verdadeiros jantares luculianos, convencido de que, mesmo na sua ausência, aquele é o tipo de alimentação seguida pelos italianos.
Mas a realidade é bem diferente. Na Itália, o jantar é constituído simplesmente de um primeiro prato (sopa ou massa) e de um segundo (carne ou peixe) com algum acompanhamento. O doce é consumido raramente, enquanto tem sido o hábito de comer uma fruta.
A cozinha italiana, assim como todas as outras formas de vida, ressentiu-se das dominações sofridas no decorrer dos séculos e, portanto, é muito variada e diferente de região para região.
Não existe, praticamente, uma cozinha nacional, mas sim uma cozinha regional e local. Também neste caso, portanto, certos usos levados para o exterior pelos emigrantes italianos constituem apenas hábitos das zonas de origem e não do país todo.

Jornal Noticias do Bombarral




22 Setembro 06
Um caso de popularidade e qualidade o Ristorante La Piazzetta.

Instalado no Cadaval, numa sala acolhedora com cores vivas e, com notório bom gosto, o restaurante La Piazzetta está a conquistar, em pouco tempo, uma clientela fiel e cúmplice, que se tornou na sua melhor propagandista.
Das proveniências mais diversas, chegam incitamentos para experimentar o La Piazzetta. Fomos lá e também ficamos clientes da sua boa comida Italiana, bem confeccionada e muito apaladada, que privilegia os produtos frescos de origem e na qual é notória a boa cozinha italiana.
O tamanho das doses remete-nos para um bom repasto, assim como grande parte das matérias-primas: legumes frescos, tomate maduro, azeite, vinagre balsâmico, queijos mozzarela, parmigiano e mascarpone, cogumelos, alcachofras, carne de porco, mariscos, moluscos e farinha de trigo transformada em massas frescas. A comida do La Piazzetta tem muitas cores, aromas e sabores intensos, conforta-nos o corpo e deixa-nos alegres.
Apercebemo-nos, durante as refeições, que nunca há uma expressão de enfado na cara ou nos gestos das empregadas, gente jovem e bem disposta e conhecedora do seu ofício para manter o serviço num ritmo sem atropelos.
No seu género informal, jovem e descontraído, não conheço melhor restaurante na região.
Sem falar, nos pratos de carne, peixe e moluscos com marisco, pelo menos oito, com preços entre os oito e os quinze euros, a ementa organiza-se em sete entradas, (receitas italianas), cinco "insalate", saladas, e 23 de massas frescas, cozinhadas na hora diariamente, para além de cinco sobremesas doces.
Entre os que se podem provar, salientam-se, nas entradas, a surpresa dos cogumelos “funghi á piemontesa“, (3,00 euros) e dos ovos com alcachofras e anchovas, (3,50 euros), a simplicidade e frescura das "salada mista verde com nozes e raspas de "Parmigiano Reggiano" e azeite extra virgem, (2,50 euros) e o requinte da salada de camarão com vinagre balsâmico", (3,00 euros).
Nas "pastas", regalamo-nos com as "lasanhas de carne e de legumes" os “cannelloni” e os “spaghetti” com molho bolonhesa ou á carbonara, com camarão ou mexilhão e até com atum a “farfale” com ananás os “raviolli” e o “tortelloni” com requeijão e espinafres os “tagliatelle e o “fettuccine” que podem ser com cogumelos e natas ou com amêijoas, pratos calorosos, alegres e abundantes, (4,50 a 6,00 euros). Nas sobremesas, além de gelado, pode viajar-se entre o clássico "pudim de caramelo”, (2,50 euros) e o interessante "tiramisú feito com mascarpone”, ou a pêra cozida em vinho branco e leite condensado, (2,50 euros).
Se para iniciar devemos tomar um aperitivo “on the rocks”, para cada um dos pratos ou mesmo das sobremesas sugerimos a carta de vinhos que também é exemplar: colheitas nacionais e locais caracterizadas, escolha variada, incluindo os lambruscos italianos, frescos, brancos e tintos, o chianti, o barbela d’asti e o frascati. Preços sensatíssimos.
Este Ristorante La Piazzetta é uma mais valia para o Cadaval e para a região, olá se é!

1ª Exposição Pintura

Setembro. 2006

Exposição de Pintura no La Piazzetta
da Artista Cristina Dionisio do Atelier Artymanhas




História das massas

As massas alimentícias da culinária europeia, como o spaghetti e o macarrão, são ingredientes culinários feitos com massa de farinha, geralmente de trigo, a que se dá várias formas que depois são cozidas em água e servidas com diferentes molhos. São equivalentes ao min da culinária oriental ou ao cuscus da culinária mediterrânica.
Fabrico das massas alimentícias
As formas de massas alimentícias vão desde
lâminas como para lasanha, a canudos como o macarrão, fios de diferentes espessuras, como o spaghetti ou a aletria ou ainda pequenas figuras como letras, pevides, conchas, espirais e muitas outras. Para fazê-las, a massa pode ser “estendida” com um rolo da massa até ficar da espessura desejada e depois cortada de várias formas; as formas cilíndricas são geralmente feitas numa máquina parecida com a máquina de picar, em que se faz passar a massa por uma placa com orifícios de diferentes tamanhos e formas. Depois de preparada, a massa pode ser imediatamente cozinhada – a massa fresca – ou seca num forno pouco quente, para lhe retirar a maior parte da água, sem modificar o amido – esta massa seca pode ser guardada sem se estragar durante vários meses.
Para além da massa básica, composta apenas de
farinha, água e sal, as massas alimentícias podem também ser coradas, quer com corantes artificiais, quer adicionando à massa básica puré de espinafre ou de cenoura, podem ser enriquecidas com ovo e podem ainda ser recheadas, como nos raviolli.
Breve história das massas alimentícias
As massas da
culinária europeia foram, antes da globalização, uma espécie de imagem de marca da culinária da Itália, fazendo parte, geralmente como antipasta, ou seja, entrada a todas as refeições, pelo menos de acordo com os filmes sobre aquele país. Provavelmente por essa razão, pensou-se durante muito tempo que o spaghetti teria sido trazido da China – onde o min era igualmente um importante componente da sua gastronomia – por Marco Polo, no século X. No entanto, foram encontrados sinais deste tipo de alimento em frescos etruscos do século IV a.C. e nas ruínas de Pompeia, juntamente com outros objectos chineses, demonstrando que a rota da seda tinha sido estabelecida pelo menos no século I a.C..
Actualmente pensa-se que as massas, tal como as conhecemos hoje, podem ter sido “inventadas” antes do
forno, como uma forma diferente de comer cereais, para além das papas. Com a globalização as massas tornaram-se comuns em todo o mundo, não só nos restaurantes italianos, mas em praticamente todas as cozinhas.
Modos de servir as massas alimentícias
A forma mais simples de servir as massas é
cozidas em água e servidas com diferentes molhos, quer como uma entrada, em que o molho é mais simples, como o molho de tomate ou o pesto, ou como prato principal, em que o molho pode conter carne, peixe ou mariscos, ou ainda vários tipos de vegetais. O hábito italiano de polvilhar o prato de massa com queijo ralado tornou-se também uma moda quase universal.
Outra forma simples de servir as massas, principalmente as de pequeno tamanho, é nas
sopas. A massa guisada, em que a massa é cozida dentro do molho, é também uma forma usual de preparar este tipo de alimento.
O
macarroni and cheese, muito apreciado nos Estados Unidos da América, é uma forma diferente de preparar a massa, que é cozinhada numa mistura de leite e queijo fundido, normalmente a do tipo denominado cotovelo, ou seja, um pequeno canudo curvo.
Existem ainda os pratos de massa
assados no forno, como a lasanha e os cannelloni ou na forma de empadão.
Finalmente, as massas podem ainda fazer parte da
sobremesa, ou seja, cozinhadas com açúcar, como a aletria doce, muito apreciada pelos indianos.
Em Itália
A
gastronomia da Itália é muito rica em pratos compostos de massa. La pasta é servida como prato único — i.e., variando unicamente o tipo de massa e o molho — e não servida como acompanhamento, ao contrário de, por exemplo, em Portugal.
Existem dois tipos de pasta: pastsciutta (literalmente, pasta enxuta), massa seca,
desidratada — como fusilli, spaghetti, etc. —, e pasta fresca, que inclui a lasanha, fettuccine, canelloni, etc. Uma variante da massa fresca, é a massa recheada, como o raviolli e o tortellini.

Inauguração

08.AGOSTO.2006

07.08.2006 - 15:53 // Andreia Nogueira //Bomportal

La Piazzetta" é o nome do novo restaurante italiano no Cadaval, inaugurado esta segunda-feira, 7 de Agosto, e que pretende cativar os cadavalenses com produtos de qualidade e contribuir para colmatar a falta de espaços de restauração na vila, segundo a gerência.
A escolha do Cadaval para a implantação deste restaurante justifica-se com a falta de espaços de restauração no município e porque "o Cadaval está na moda e é um dos concelhos mais badalados" e com maior crescimento do Oeste, segundo a gerente, Ana Montez.
Segundo a gerência, a grande aposta do espaço é a qualidade dos produtos alimentares e o facto de todos eles serem de origem italiana, desde o queijo fresco ao pão.Trata-se de uma empresa familiar, cuja equipa é constituida por três pessoas, todas residentes no Bombarral.
O restaurante "La Piazzetta" serve vários pratos de origem italiana, desde as tradicionais pastas até receitas distintas como caçarola de moluscos com marisco, camarão com paprika ou bife á Pizzaiola. As refeições podem ir de quatro a dez euros.

As Obras I

Nasceu a fachada do La Piazzetta



Em acabamentos